terça-feira, 4 de novembro de 2008

Nem tudo começa com um beijo...


"E falaram. Durante toda a noite, a manhã do dia seguinte, boa parte da tarde. As palavras derrapavam no céu da boca, tanta era a pressa de serem ditas, falaram de tudo e de mais alguma coisa, tinham um mundo de conversa para pôr em dia, muitos segredos para partilhar."

" O segredo traz a insónia colada à pele"

O dia que nasceu incógnito...

sábado, 25 de outubro de 2008

A teia


“A Teia que te prende, envenena, suga, mata… é a vida!”

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Sinner

Deixo-me levar pelo desejo que me cega e me seduz,

que me engana com doces palavras,
que me faz esquecer os valores que sempre disse possuir,
que me abandona ao sabor de vãs promessas...
Cedo sem saber se devo ceder.
A tentação chama por mim...

Ajo por impulso

ajo por desejo.


Am I a sinner?


Liliana Varela


quarta-feira, 8 de outubro de 2008

quinta-feira, 31 de julho de 2008

Autobiographie

Qui suis-je? Où suis-je?
Je cherche moi-même pendant le jour, pendant la nuit, sans m'arreter.
Je me defends de toutes les mauvaises pensés obscures.
J'ai faim de voler! J'ai soif de vivre !
Quand je me rencontre finalement, je souris et je m'aperçois que cela est seulement un delire... un delire d'une personne qui vit prisonnier dans le monde de l'imagination!!!

sexta-feira, 27 de junho de 2008

sábado, 14 de junho de 2008

terça-feira, 10 de junho de 2008

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

Máscaras

São elas um objecto, um artifício, um disfarce?
Quantos de nós usamos ou usámos já uma máscara?
É para camuflar sentimentos? É para disfarçar emoções ou simplesmente para esconder pensamentos?
São uma defesa? São uma arma? Não! São apenas máscaras, algo que cada um de nós usa e abusa quando lhe apraz. Nós não somos a máscara que vestimos, mas por vezes queremos assemelhar-nos a ela, queremos que os outros nos vejam com aquela forma.
Ora uma máscara não seria um mal se não magoasse os outros. Quando decidimos que a máscara usar perante certa pessoa ou em determinada situação, como uma imagem fingida, o outro tende a acreditar que é assim que somos. Porém, como a roupa que despimos todas as noites, antes de dormir, também a imagem que queremos transmitir aos outros é despida, cai! Surgimos nus perante os outros. É nesse momento em que podemos magoar os outros, podemos enganar todos algum tempo e alguns o tempo todo, mas não podemos enganar toda a gente o tempo todo!

Hugo Estêvão



sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

No tempo o que sou…

O tempo

não dá um tempo

para pensar no tempo que passou!

Pensar naquilo que sou.

Pensar naquilo que não sou.

A vida, curta mas sentida,

passa de fugida!

Ficam as destrezas.

Ficam as tristezas.

A morte, inevitavelmente forte,

é a inexorável sorte,

que chega quando tem que chegar

sem avisar que vai chegar.

Mas um dia, vou ser eterna, sempre terna,

na minha infindável imortalidade

na minha incessante felicidade.

Um dia vou sonhar, vou voar, vou dançar,

ao som da vida sem nunca mais parar.

Contrariando a lei da vida,

vou viver e do tempo me vou esquecer

sem nunca a morte temer.

Vou ser Eu e só Eu!

Com um mundo meu e só meu,

desprovido de dor, repleto de cor, amor, fervor, calor

Repleto de vida!

Não quero mais que o tempo

dê um tempo para pensar no tempo que passou!

Porque já sei quem sou.

Porque já sei quem não sou.

Não sou amiga do conformismo,

não sou serva da submissão.

Alimento-me apenas da sensação

que é viver com emoção, viver com paixão.

Desafecta a dissabores.

Sou a amante da vida!

Sou o demónio da morte!

Sou livre!

Sou eu e só eu!


Liliana Varela